HONRA A KARL MARX! MORTE AO REVISIONISMO! VIVA A REVOLUÇÃO MUNDIAL PROLETÁRIA! VIVA O COMUNISMO!
Às
14H45 do dia 14 de Março de 1883 morria o grande génio que foi Karl Marx,
criador da teoria científica, assente no materialismo histórico e no materialismo
dialéctico, que passou a constituir o instrumento decisivo da revolução
proletária mundial e da construção do comunismo – o marxismo.
“Marx
é de tal modo superior a nós pelo seu génio, pelo seu rigor e escrúpulo
científicos e pela sua fabulosa erudição que, qualquer um que hoje queira
criticar as suas descobertas, corre o risco de queimar os dedos”(Engels,
25OUT1882)
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Qualquer
das últimas grandes crises do imperialismo, a proximidade de uma inevitável
guerra mundial, e agora o “combate” e efeitos da pandemia vêm evidenciar a
perene actualidade do marxismo e da única alternativa que nele se contém para
salvar a humanidade: a abolição da propriedade privada e a destruição do modo
de produção capitalista e, no seu lugar, a construção de uma sociedade sem
classes e o comunismo.
Assim como Darwin descobriu a lei do
desenvolvimento da Natureza orgânica, descobriu Marx a lei do desenvolvimento
da história humana: o simples facto, até aqui encoberto por uma exuberante
ideologia , de que os homens, antes do mais, têm primeiro que comer, beber,
abrigar-se e vestir-se, antes de se poderem entregar à política, à ciência, à
arte, à religião, etc. de que, portanto, a
produção dos meios de vida materiais imediatos (e, com ela, o estádio de
desenvolvimento económico de um povo ou de um período de tempo) forma a base, a partir da qual as instituições do
Estado, as visões do Direito, a arte e mesmo as representações religiosas dos homens em questão se desenvolveram, e
a partir da qual, portanto, elas têm
também que ser explicadas — e não, como até agora tem acontecido,
inversamente.
Marx descobriu também a lei específica do
movimento do modo de produção capitalista moderno e da sociedade burguesa por
ele criada. Com a descoberta da mais-valia fez-se aqui de repente luz, enquanto
todas as investigações anteriores, tanto de economistas burgueses como de
críticos socialistas, se tinham perdido na treva.
Era (...) um homem de ciência. Mas isto não
era sequer metade do homem. A ciência era para Marx uma força historicamente
motora, uma força revolucionária. Por maior alegria que pudesse manifestar com
uma nova descoberta, em qualquer ciência teórica, cuja aplicação prática talvez
ainda não se pudesse encarar, ele sentia uma alegria totalmente diferente
quando se tratava de uma descoberta que de pronto intervinha
revolucionariamente na indústria, no desenvolvimento histórico em geral.
Seguia, assim, em pormenor o desenvolvimento das descobertas no domínio da
electricidade e, por último, ainda as de Marcel Deprez.
Mas Marx era, antes do mais, um revolucionário.
A sua verdadeira missão na vida foi contribuir, desta ou daquela maneira, para
o derrubamento da sociedade capitalista e das instituições de Estado por ela
criadas, contribuir para a libertação do proletariado moderno, a quem ele, pela
primeira vez, tinha dado a consciência da sua própria situação e das suas
necessidades, a consciência das condições da sua emancipação. A luta foi o seu
modo de viver. E lutou com uma paixão, uma tenacidade, e com um êxito, como
poucos.
O seu nome continuará a viver pelos séculos,
e a sua obra também!
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